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    Ortofotomapas Verdadeiros com 4 bandas (RBI-NIR) e com 8cm de resolução. Esta cobertura foi efetuada no ano 2025. Esta informação encontra-se no Sistema de Referência PT-TM06/ETRS89 e a referência vertical é o Datum Altimétrico de Cascais Helmert 38.

  • Oeiras, Factos e Número, editada em setembro de 2013, é uma publicação do município de Oeiras que agrega 8 temáticas que retratam o estado de arte do território e o desenvolvimento continuado e sustentado realizado à data no território de Oeiras. Existem 2 edições anteriores, datadas de 2003 e 2009 que retratam a realidade do concelho à data.

  • O Atlas Urbano (AU) é uma iniciativa da Comissão Europeia com o apoio da Agência Espacial Europeia e da Agência Europeia do Ambiente, em conjunto com os Estados-Membros. É a primeira cartografia temática com a denominação "Tema de Muito Grande Resolução" - Very High-Resolution Layers (VHRL) e tem 2 anos de referência, o ano de 2006 e de 2012. Esta é produzida a partir de imagens de satélite de muita alta resolução, disponível em formato vetorial, com uma Unidade Mínima Cartográfica (UMC) de ≥0.25 hectares, que combina com um sistema de classificação com 20 classes (2006) e 27 classes (2012). A cartografia do AU foca-se em monitorizar o meio terrestre, disponibilizando a cartografia de ocupação e uso do solo harmonizada, de acordo com a nomenclatura acordada. Os mapas cobrem áreas urbanas funcionais (incluídas cidades) de 39 países da Europa. Para o território nacional foram cartografados para nove cidades portuguesas em 2006 (Aveiro, Braga, Coimbra, Faro, Funchal, Lisboa, Ponta Delgada, Porto e Setúbal) e treze cidades portuguesas em 2012 (Aveiro, Braga, Coimbra, Faro, Funchal, Guimarães, Lisboa, Ponta Delgada, Póvoa do Varzim, Porto, Setúbal, Viana do Castelo e Viseu).

  • O estudo hidrológico e hidráulico, realizado pela Municípia, E.M., S.A. em 2011, carateriza o regime de cheias das linhas de água do concelho de Oeiras, de acordo com toda a legislação em vigor sobre a rede hidrográfica, nomeadamente o Decreto-Lei N.º 115/2010, bem como revê e atualiza a delimitação das zonas inundáveis das bacias hidrográficas do Município, tendo por base a metodologia aprovada pela Administração da Região Hidrográfica do Tejo, I.P. (ARHTejo). O trabalho de campo sucedeu ao longo do ano de 2011. É determinado neste estudo, com rigor espacial, os leitos de cheia para os períodos de retorno de 20, 50, 100 e 500 anos, áreas essas fulcrais na definição/revisão da delimitação da Reserva Ecológica Nacional (REN) do município e na incorporação, como risco de cheias e inundações, em outros planos, p.e. o Plano Diretor Municipal (PDM) ou o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil (PMEPC). O documento final teve o parecer favorável em 19 Janeiro de 2012, pela ARHTejo.

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    Ortofotomapas do Município de Oeiras, executado a partir de uma cobertura aerofotogramétrica com resolução espacial de 10 cm (GSD). Esta cobertura foi efetuada no ano 2022. Esta informação encontra-se no Sistema de Referência PT-TM06/ETRS89 e a referência vertical é o Datum Altimétrico de Cascais Helmert 38.

  • Estudo elaborado pela Empresa Municipia S.A. no âmbito de Produção de relatórios e cartografia para o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil – Secção II (Pontos 5, 6 e 7) em fevereiro de 2012. O relatório encontra-se organizado em três pontos que correspondem aos Pontos 5, 6 e 7 da Secção II da estrutura tipo de um PMEPC publicada pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) em 2009: “Guia para a Caracterização de Risco no Âmbito da Elaboração de Planos de Emergência de Protecção Civil, Cadernos Técnicos PROCIV, nº 9”. Foram identificados Riscos Naturais: Ondas de Calor; Vagas de Frio; Tempestades (Vento); Cheias e inundações; Inundações e Galgamentos Costeiros; Sismos; Movimentos de massa em vertentes), Riscos Tecnológicos: Acidentes graves de tráfego rodoviário, Ferroviário, Fluviais e Aéreos; Incêndios em edifícios) e Riscos Mistos: Incêndios florestais. Estes riscos foram considerados na elaboração do PDM 2015 e no PMEPCO 2018.

  • A quadrícula ou cartograma que permite identificar as folhas da cartografia, ortofotomapas ou cadastro rústico numa determinada localização no território, utilizando um campo de referência, evitando assim carregar todas as imagens do concelho.

  • Os ficheiros LIDAR (light detection and ranging) advêm de um sistema que permite a modelação rápida e precisa do terreno, obtidos por orientação do laser, permitindo obter uma nuvem densa de pontos com coordenadas X, Y e Z, com vários formatos (LAS, .dgn, .dwg, .shp e .xyz), de forma a permitir a leitura/edição em diversos softwares. Os dados, com uma cobertura integral do concelho, e com um intervalo de distância entre os pontos de 50 cm, foram fornecidos com uma precisão altimétrica e planimétrica de 15 cm. Em 2012 foram transformados para o sistema de referencia ETRS89 e cortados através de uma quadricula de 100x100 metros.

  • Os pontos críticos de limpeza resultam de ocorrências (deposição indevida, entulho, estacionamento, má utilização de equipamento, monos, verdes) reportadas aos serviços de limpeza do município. Estes asseguram diariamente a limpeza e higiene urbana de modo a diminuir os riscos ambientais e de saúde pública nos espaços públicos do concelho de Oeiras. Elaborado com recurso aos ortofoto e à cartografia topográfica de 2010, homologada em 2012 à escala 1:2 000.